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Melhor videoclipe do ano?

Categoria: , , , , , por Ênio Vital - quinta-feira, setembro 10, 2009


BLACK DRAWING CHALKS, é mais um fruto do cerrado de Góias. Banda com som hard e setentista que - vejam só - está sendo "APOSTA" na MTV. Mote esse que me fez ver desprenteciosamente o ABSURDAMENTE BEM FEITO clipe dos caras que VALE A PENA.

Ouvi o myspace dos caras e tem coisa boa por lá, tambem. Alias, é de se frisar que estão no line-up do Goiana Noise Festival e irão abrir para o, nada menos e nada mais, que Eagles of Death Metal em Brasília, além de terem estado no Abril Pro Rock de 2009 em Recife.

Vale lembrar que eles estão na categoria de MELHOR CLIPE DO ANO E NÃO É A TOA! O clipe traz a tona o que um clipe pode ser: arte. Nada de bundas, coreografias e efeitos especiais.






Torcerei e votarei por eles! Melhor videoclipe do ano, não?

PS: o autor do post não dá a mínima para a lista dos outros videoclipes na premiação da MTV(a qual acho um lixo 80% do que vem dela) que estão no páreo, não acho que tenha algum clipe melhor que case na relação música x imagem. Afinal, como pôde ser visto, há uma química que não se encontra em qlqr clipe por aí.
 


Sim, nós temos stoner

Categoria: , , por joselito - sexta-feira, março 06, 2009

Nada melhor do que um bom roque para dar uma amenizada na ressaca pós-carnaval.

Numa dessas andanças pela Augusta e arredores, acabei descobrindo que hoje haveria um show da banda Flaming Moe na Funhouse. Os caras são de SP e eu já conhecia muito pouco do som deles, acho que a única música de que me lembro chamava-se "Cerveja e Aditivos" e eu tinha gostado bastante, apesar da minha implicância com bandas que tocam roque em português. Hoje o som dos caras não mudou muito, o que mudou é o idioma das letras, que agora são em inglês.

Adentrei o recinto e logo de cara passei por uma tortura sonora. Ou viagem no tempo, porque por um momento me senti em 1985: na pista rolava Bon Jovi - Livin' On a Prayer, Motley Crue - Girls - Girls - Girls, entre outras pérolas. Depois de cerca de uma hora de tortura os caras do Flaming Moe subiram no palco. 

O quinteto flamejante não perdeu tempo e começou a mostrar seu som repleto de boas influências de hard rock setentista. Com certeza essa galera ouviu muito Black Sabbath, Blue Cheer e, no plano mais recente, Nebula. A combinação de riffs bem pesados, baixo eficiente, uma bateria constantemente surrada e um ótimo vocal sempre me agradou e desta vez, não foi diferente.

Vou ficar devendo o tracklist, pois como já disse anteriormente, não conheço as músicas que foram tocadas. Mas pelo que pesquisei, os caras acabaram de lançar o álbum Soul Hunter e provavelmente o repertório foi baseado nele. Ouvirei quando tiver tempo, mas pelo visto a reação ao álbum foi positiva: os caras fizeram uma ponta no seriado Alice, da HBO, e tiveram a música "Nitro Z" incluída em um comercial da Nike.











 


10k is past

Categoria: , , , , por Ênio Vital - domingo, janeiro 04, 2009
O blog passou das 10 mil visitações e eu decidi colocar todos os discos do Queens of the Stone Age e a coleção completa da história em quadrinhos Sandman como discreta comemoração. Sem mais delonga:


SANDMAN - apesar de ter sido concebido nos anos 80 e o protagonista ter uma aparência à la Robert Smith(vocalista do The Cure), é uma história em quadrinhos fantástica. O roteiro é muito bem elaborado pois o que não falta é intertextualidade com os mais variados temas - ex: shakespeare, lúcifer, batman, imperador augusto, fantasia, mitos, revolução francesa... etc. Os desenhos na maioria das vezes conseguem traduzir esse cenário dos 'sonhos' que habitam nas tramas. Essa mistura, ao meu ver é a grande fórmula dessa HQ ser tão massa. Fugir da idéia de um herói esteriotipado com muito valor e pouca profundidade em um cenário pré-estipulado(metrópole ou futuro próximo/distante ou uma terra não tão distante...). E, verdade seja dita, eu nunca fui aficionado por quadrinhos até ler essa bela obra. Imperdível.


A coleção toda está a disposição:
(em negrito os meus prediletos)


Sandman: Prelúdios e noturnos (01 a 09)
Sandman: A casa de bonecas (10 a 16)
Sandman: Terra dos sonhos (17 a 20)
Sandman: Estação das brumas (21 a 28)
Sandman: Espelhos distantes (29 a 31)
Sandman: Um jogo de Você (32 a 37)
Sandman: Convergência (38 a 40)
Sandman: Vidas breves (41 a 49)
Sandman: Fim dos mundos (51 a 56)
Sandman: Entes queridos (57 a 69)
Sandman: Despertar (70 a 73)
Sandman: Exílio (74)
Sandman: A tempestade (75)

OBS: Após descompactar do winzip, para abrir os capítulos é necessário um programa específico para leitura chamado CDisplay(é leve, 1.8mb)

http://rapidshare.com/files/28403890/Sandman_01_21.zip.html
http://rapidshare.com/files/28415805/Sandman_22_39.zip.html
http://rapidshare.com/files/28427024/Sandman_40_57.zip.html
http://rapidshare.com/files/28437109/Sandman_58_75.zip.html



QUEENS OF THE STONE AGE - Já foi duas (ou três?) vezes postado aqui no blog! Logo, me abstenho de qualquer comentário a respeito do som deles ao não ser de crer ser uma excelente trilha sonora. Escolha qualquer disco(a esmo), afinal é a discografia completa.


(só clicar no album para baixar)
 


Debut do Stoner

Categoria: , , , , por Henrique Affonso de André - quarta-feira, setembro 17, 2008
Há alguns dias tive a oportunidade de conversar com o Ênio numa festa onde pude falar sobre a qualidade na concepção desse blog. Gostei muito da maneira com que tratam a música, que, em minha opinião, está diretamente ligada ao berço, Monte Alto.

A única coisa que não pude desfrutar foram artigos sobre música brasileira. Veja bem, não estou sendo xiita, mas creio que alguns pontos da musicalidade brasileira têm que ser levados em questão. Não estou falando de Charlie Brown, NxZero, Jay Vaquer ou qualquer joça parecida e, sim, de coisas um pouco mais inovadoras e gostosas de serem ouvidas enquanto tomamos banho ou cerveja.

Recife, década de 70, nasce o Stoner Rock. Parece piada, né? Então tá bom. Você até pode brigar comigo, idolatrar o Josh Homme, Nick Oliveri, a PJ Harvey e as Desert Sessions, mas perca alguns minutos da sua tarde de domingo e escute Geórgia, a Carniceira, da banda Ave Sangria (ex- Tamarineira Village). A velocidade das guitarras e o ritmo me fazem lembrar bastante QOTSA, o primeiro disco. Lembre-se ainda que temos nessa “classe” de bandas o The Mars Volta e o Fu Manchu, que vai da pancada até viagens psicodélicas feitas a base de mescalina ou algo do gênero.

Ao que interessa. Ave Sangria escandalizou Recife na sua época. Subiam no palco usando batom e, segundo algumas fofocas da época, chegavam a se beijar no palco. Conseguiam unir (e muito bem!) poesia e música da boa. No lançamento do primeiro (e único) disco em estúdio, tiveram uma música censurada (Seu Valdir), pois esta incitava o homossexualismo. Vale pelo menos por curiosidade. Não é Mutantes, muito menos Secos e Molhados, mas é uma obra digna de arquivo (pelo menos em mp3). Se caso julgar bacana, existe uma K7 com um show, chamada de Perfumes Y Baratchos.

Aos mais neuróticos, essa era a formação da banda:
Marco Polo (vocais), Ivson Wanderley (guitarra solo e violão), Paulo Raphael (guitarra base, sintetizador, violão, vocal), Almir de Oliveira (baixo), Israel Semente (bateria) e Juliano (percussão).
Depois de um pequeno e produtivo tempo, a banda terminou e o vocalista Marco Polo seguiu carreira solo, assim como alguns outros componentes.

Ave Sangria – Ave Sangria (1974)


Download via Rapidshare


Ave Sangria – Perfumes Y Baratchos (1974)

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Texto de Eduardo Borgato, mais conhecido por Andorinha, um montealtense da gema.

 


the Savage Hippies, pt. 2

Categoria: , , , , por joselito - terça-feira, agosto 26, 2008


Fiquei devendo uma coisa importante no ultimo post: o link para o album dos Melvins, "Nude With Boots" (2008). Ai vai.


1. "The Kicking Machine" – 2:44
2. "Billy Fish" – 3:53
3. "Dog Island" – 7:32
4. "Dies Iraea" – 4:33
5. "Suicide in Progress" – 4:47
6. "The Smiling Cobra" – 3:43
7. "Nude with Boots" – 3:36
8. "Flush" – 1:07
9. "The Stupid Creep" – 1:31
10. "The Savage Hippy" – 3:34
11. "It Tastes Better Than the Truth" – 5:20
 


the Savage Hippies

Categoria: , , , , por joselito - sexta-feira, agosto 22, 2008
Assim como todos autores deste blog, posso dizer que sou um grande admirador da boa música.
Nesta condição, torna-se inevitável falar sobre as principais atrações de um grande festival que está por vir: Orloff Five, contando com as presenças ilustres dos malucos do Melvins e dos não menos malucos do Hives.


Começarei falando sobre o mais novo álbum do Melvins, "Nude With Boots" (2008).

Apesar de me incluir, assim como o Cassius, no hall dos viúvos do álbum Houdini, posso dizer que o novo release dos Melvins não deixa a desejar. "Nude With Boots" é mais uma prova de que Buzz Osbourne e sua turma ainda têm muita fúria e criatividade a ser destilada. Mas posso dizer que a característica que mais salta aos ouvidos é a tensão proporcionada pelas músicas.

A primeira faixa que chamou minha atenção foi #3, "Dog Island". Afinal, são poucas faixas de mais de sete minutos que conseguem cumprir a árdua tarefa de não serem um pé no saco, de forma grandiosa. Cadências lentas e hipnóticas, culminando em um final inusitado. Uma fórmula seguida à risca por gente como Josh Homme, diga-se de passagem. Nem preciso dizer que o resultado não poderia ser melhor.

"Dies Iraea" segue os bons tempos do velhos Sabbath, com direito a interlúdio e tudo mais. Pode-se até dizer que esta doutrina dita o resto do álbum, a começar pela seguinte "Suicide In Progress", que começa agitada e descamba em viagem.

#6 "The Smiling Cobra" por sua vez, possui dois grandes méritos. Em primeiro lugar, o nome da música. Em segundo, possui um riff de início que eu sempre sonhei em criar. Para falar a verdade, os dez primeiros segundos da faixa já seriam suficientes para me fazer feliz.

#7, a faixa-título, nem parece ser uma música do Melvins, a princípio. Há muito de rock setentista ali, sem falar da introdução mecânica e calculada, claramente beneficiada pela presença de duas baterias.

A faixa #10, "The Savage Hippy", parece retomar aos tempos de Houdini, tanto pela lentidão, quanto pela sujeira das guitarras. Ainda preciso tomar um pouco de coragem para poder ouvir tamanha parafernália ao vivo.

#11, "It Tastes Better Than The Truth" fecha o álbum de forma violenta e, como não poderia deixar de ser, deixa o clima de tensão no ar.

Resta saber se as paredes do Via Funchal aguentarão tamanha tensão.




Melvins - Nude With Boots / Dog Island - Live at Portland
 


Já experimentou???

Categoria: , , , por Ênio Vital - terça-feira, fevereiro 19, 2008



Não gostaria de começar o post sobre essa gloriosa pepita esculpida de uma lágrima de Deus, sem antes, introduzir esse trecho da música em que Jimi Hendrix nós convida a entrar em seu fantátisco mundo "Are You Experienced?":

"If you can just get your mind together
Uh-then come on across to me
Well hold hands and then well watch the sunrise
From the bottom of the sea
But first, are you experienced?"

Dizer que o "Are You Experienced" ultrapassou as barreiras é chover no molhado mas me impressiona saber que só não foi o no.1 em vendas na Inglaterra por ser barrado pelo quadragenário, isto é, o "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".

Em linhas gerais, Jimi Hendrix, no seu debut já se consagrou como o maior guitarrista de todos os tempos pela sua maneira de tocar com distorções, improvisos, mescla de pedais - além da criação deles - e muita inovação como uso de phasing e ser gravado em estéro. Um legado e tanto que é usado e estudado até hoje à exaustão.

Creio não ser adequado rasgar ceda para os singles que se perpetuaram desde aquela época até os dias de hoje top das paradas: "Hey Joe", "Stone Free", "Purple Haze", "51st Anniversary", "The Wind Cries Mary", "Highway Chile", "Manic Depression", "Foxy Lady"... ah, como pode ver, metade do disco foi indicado, ahaha.

Fundindo com isso, sua apresentação memorável ao ser o primeiro a queimar e destruir sua guitarra no palco, ser um semitista das drogas e dos movimentos hippie. Tudo isso para três anos mais tarde morrer e ter se tornado um ícone pop.

Por unanimidade, o disco é excelente e minha resenha termina por aqui com o final da mesma música que abri:
"Have you ever been experienced? Not necessarily stoned, but beautiful"

Download via Rapidshare
 


Rock Against Ass

Categoria: , , por joselito - sexta-feira, novembro 23, 2007
Este blog começou com a idéia de juntar alguns dos albuns preferidos dos autores. Depois de pensar um pouco sobre o post de estréia, chegamos a um consenso: a discografia do Queens Of The Stone Age seria nosso ponto de partida. Por isto, nada mais justo que incluir neste seleto hall uma das influências confessas não só do QOTSA (que chegaram a fazer uma excelente cover de "Back to Dungaree High"), como também de várias bandas de Stoner: o álbum "Apocalypse Dudes" (1998), do quinteto norueguês Turbonegro.

A audição deste álbum nos leva a uma conclusão: é possível juntar simplicidade, eficiência e irreverência de forma honesta. Simplicidade, pois a maioria das faixas não ultrapassa os 3 minutos. Eficiência, pois os noruegueses preferem investir em feeling ao invés de virtuosismo, e convenhamos, virtuosismo enche o saco. Irreverência, pois no tracklist há desde "Don't Say Motherfucker, Motherfucker" a "Rendezvous With Anus". Com nomes de música como estes, não tem como um álbum ser ruim.

Enfim, that's what rock 'n roll is all about.



Turbonegro - "Apocalypse Dudes"
Over-Meter: 88%

Download via Rapidshare
senha: suburbanterror.blogspot.com









 


Inapropriado Para Menores

Categoria: , , por joselito - segunda-feira, novembro 19, 2007

QOTSA - Late Show With David Letterman

Repetir o sucesso de um álbum de estréia sempre é um desafio para a maioria das bandas de rock. Com Rated R, o Queens Of The Stone Age conseguiu esta façanha com mérito. Algumas publicações chegaram a comparar seu poder de fogo com o de Nevermind, do Nirvana. Exageros à parte, o impacto do álbum na música é inquestionável.

Diferente do álbum de estréia, Rated R tem uma sonoridade mais variada, indo do hardcore violento de Tension Head à psicodelia escancarada de Better Living Through Chemistry. O hino hedonista "Feel Good Hit Of The Summer" abre o disco com maestria, sendo seguido pelo "hit" "The Lost Art Of Keeping A Secret", a prova definitiva de que Josh Homme, além de ser um grande guitarrista, também tem muita habilidade em criar refrões grudentos. Ainda há espaço para grooves e muita pegada funk na genial In The Fade, com participação de Mark Lanegan. Já em "I Think I Lost A Headache", a tradição da última faixa é seguida, com um final frenético que culmina num pandemônio de metais. Nascida nas já citadas Desert Sessions, "Monsters In The Parasol" traz a psicodelia de volta. Tal variedade de ritmos e sonoridades talvez se deva ao grande time envolvido na produção do album: dois bateristas e dois vocalistas convidados (Rob Halford, do Judas Priest, também dá uma canja), fora percussionistas, trombonistas, trompetistas e outros.

Ouvindo o álbum nos dias de hoje, é nítida a falta que Nick Olivieri faz. Contendo 11 faixas executadas em 40 e poucos minutos, Rated R é um álbum enxuto, excitante, intenso e provocante. De posse destes elementos, fica difícil fazer um álbum que não seja indispensável para qualquer pessoa interessada no bom rock 'n roll.


Queens Of The Stone Age - "Rated R"
Over-Meter: 100%

Download via Badongo

 


Rolling Stoners

Categoria: , , por joselito - quinta-feira, novembro 15, 2007

Homme e Olivieri; McCartney e Lennon; Richards e Jagger. Esta sequência te diz alguma coisa?

"Queens of The Stone Age" é, sem dúvida, um dos grandes discos de estréia do rock.
Mas será que podemos mesmo considerá-lo uma estréia?

Josh Homme e Nick Olivieri já haviam trabalhado juntos no lendário Kyuss, banda de metal que já contava com quatro álbuns lançados e uma considerável legião de fãs. Homme também fazia parte do Screaming Trees, um grande nome da cena grunge de Seattle. Com o término das atividades do Kyuss, Homme, Olivieri e Alfredo Hernandez, este último responsável pelas baquetas do Kyuss, formaram o Queens Of The Stone Age.

Um pouco antes disso, Homme e Olivieri já vinham fazendo experimentos em um estúdio no deserto da California, contando com a presença de convidados ilustres, como Peter Buck (REM), Mike Johnson (Dinosaur Jr.) e Mark Lanegan (Screaming Trees), entre outros. Estes experimentos viraram um projeto que ganhou o nome de "The Desert Sessions". Muitas composições criadas nesta época acabaram influenciando a sonoridade do QOTSA, sendo que algumas até entraram para o debut da banda, como a sensacional "Avon", por exemplo.

O álbum tem uma sonoridade peculiar, pois consegue juntar um instrumental pesado, às vezes lembrando Black Sabbath, a um vocal não tão convencional, muitas vezes até "gentil" para o estilo. "How To Handle a Rope" é um bom exemplo desta característica. Em "You Can't Quit Me Baby", cadências lentas e hipnóticas fazem dueto com momentos de tensão. Tem até uma faixa instrumental, "Hispanic Impressions", bem agressiva e quebrada. A última faixa do disco, "I Was A Teenage Hand Model", como o próprio nome indica, introduz uma brincadeira que seria seguida em todos os discos posteriores.

"QOTSA" foi financiado pela própria banda, sendo lançado pelo selo Loosegroove, de propriedade de Stone Gossard (Pearl Jam). Graças a um acordo com a RoadRunner, o album foi lançado em vários outros países, incluindo o Brasil, projetando a banda no cenário internacional como uma das grandes promessas do rock atual. Pessoalmente, é um dos meus favoritos e também é uma das provas definitivas de que não é necessário virtuosismo e fritadas guitarrísticas para criar um grande álbum de rock.


Queens Of The Stone Age - "Queens Of The Stone Age"
Over-Meter: 97%

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